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Setor da Construção
12 de Fevereiro de 2012
Setor de serviços perde profissionais para construção

A área de asseio e conservação, que inclui ocupações como faxineiros e jardineiros, porta para ingresso no mercado de trabalho, tem perdido alguns de seus profissionais para a construção civil. As duas exigem pouca qualificação profissional, mas a segunda oferece salários mais competitivos, compara o presidente do Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo), Moacyr Pereira.
Em busca de melhor remuneração, profissionais também se deslocam para o empreendedorismo informal, de acordo com Pereira. O setor de serviços foi o que criou mais postos de trabalho no ano passado. Foram 925 mil, de um total de 1,94 milhão no país, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).