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19 de Dezembro de 2011

Produzir mais com menos e melhor qualidade

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A indústria da construção é o setor com mais crescimento no país. Nos últimos quatro anos, disparou o número de empreendimentos e também de empregos gerados nos quatro cantos do território brasileiro. Na Bahia não foi diferente. Mas a produtividade não acompanhou o mesmo ritmo e isso gerou um dilema não só para o setor como para o país. Para a economia nacional crescer entre 4% e 5% projetados para o ano que vem, a indústria da construção precisa superar esse teto e alcançar pelo menos 6% a 7%.

Para especialistas, entrevistados pelo Correio Imóveis, somente com qualificação profissional e investimento pesado em inovação tecnológica é possível mudar este quadro e dar um salto competitivo, com preços mais razoáveis, inclusive para os imóveis. Nessa equação, garantem, todos saem ganhando: do empresário ao consumidor. “A produtividade no país e na Bahia é muito baixa e o setor cresceu muito, depois de quase 30 anos estagnado. Houve um aumento de 2,5 vezes do pessoal empregado em menos de quatro anos”, diz o presidente do Sindicato da Indústria da Construção (SINDUSCON-BA), Carlos Alberto Vieira Lima.

Para o economista da câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Luiz Fernando Melo Mendes, o atual cenário favorece também a legalização, importante para a competição de igual para igual. “À proporção que o setor ganha força as empresas passam para formalidade. Isso permitiu que se começasse a falar de inovação de forma contundente. E as construtoras informais não conseguem estar mais no sistema, em programas como o Minha Casa, Minha Vida e do PAC”, avalia.