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Economia
03 de Janeiro de 2012
Os caminhos que restam para as economias emergentes

Nos últimos três anos, o mundo foi abalado por terremotos econômicos com epicentros nos países ricos da Europa, nos Estados Unidos e (literalmente) no Japão. Os efeitos, é óbvio, atrapalharão o crescimento global por algum tempo. Menos óbvio é como essa crise vai alterar as estratégias econômicas na China, Índia, Brasil e outros países emergentes com forte crescimento. Há muito ceticismo nos mercados emergentes, além de um certo gostinho pela desgraça alheia. "O velho paradigma em que os caras inteligentes da Europa e EUA nos passam sermão, apontam o dedo para nós e dizem: 'Isto é o que você fez de errado' - isso acabou", diz Rajiv Kumar, economista formado pela Universidade de Oxford e secretário geral da Federação da Câmera de Comércio e Indústria da Índia. A crise financeira global revelou os defeitos do capitalismo à moda americana, a inadequação do que os britânicos apelidaram de regulamentação financeira "leve" e a tendência do sistema de cometer excessos periódicos. Mais recentemente, a crise da dívida europeia colocou em evidência a tensão de um estado de bem-estar social de alto custo, na ausência de um vigoroso crescimento econômico que o financie. Para acessar a matéria na íntegra acesse http://www.valor.com.br/impresso/wall-street-journal-americas/os-caminhos-que-restam-para-economias-emergentes