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Seminário

08 de Junho de 2010

I Congresso Internacional de Direito Minerário destaca produção baiana

A Bahia é o quarto produtor de minérios do Brasil e está a caminho de assumir o terceiro lugar. A afirmação foi feita pelo governador Jaques Wagner, ontem, na abertura do I Congresso Internacional de Direito Minerário, que vai até amanhã no Hotel Pestana Bahia, no Rio Vermelho, com previsão de reunir mais de 300 participantes.

"Estamos num processo muito grande de aceleração, através da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e de regras claras e, por meio do investimento em prospecção geológica, nós ampliamos em diversos tipos de minério e, rapidamente, podemos assumir o terceiro lugar entre os estados produtores. É claro que a realização do congresso é estimulante, pois é também um reconhecimento da Bahia nesse processo. É importante que aqueles que querem produzir encontrem facilidades sem muitas demandas judiciais", disse o governador, salientando que quem investe quer clareza, transparência e objetividade.


Na Bahia, o setor é um dos que mais crescem e as novas reservas em produção colocam o estado em destaque no cenário nacional e também mundial. Segundo informações da CBPM, o urânio, a magnesita, o níquel e o ferro são algumas das riquezas extraídas do subsolo baiano responsáveis pela geração de mais de 8 mil empregos nas 350 empresas mineradoras, que operam em mais de 100 municípios. Investimentos - Esse estágio só pôde ser alcançado pelo volume de investimentos empregados pelo governo numa área considerada estratégica e vetor da interiorização do desenvolvimento.


Já que existe minério de ferro em Caetité, vanádio em Maracás, bentonita em Vitória da Conquista, fosfato em Campo Alegre de Lourdes, ouro em Jacobina e Santa Luz e níquel em Itagibá. Os empreendimentos em implantação no estado somam um investimento total de R$ 7,7 bilhões.