Faça o login e acesse o conteúdo restrito.

Notícias



Geral


30 de Novembro de 2011

Decreto expande áreas para a indústria em Feira de Santana

20210315013418_604eab8a2a6b7.jpg

Visando o crescimento econômico de Feira de Santana, segundo maior município baiano localizado a 116 km de Salvador, o governador Jaques Wagner assinou esta semana a lei que possibilita a implantação e/ou ampliação de empreendimentos industriais, comerciais ou de serviços no município. O decreto autoriza o Centro Industrial do Subaé (CIS), autarquia estadual vinculada à Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm), a alienar as áreas integrantes dos distritos e/ou complexos industriais administrados pelo Centro para a instalação de empresas, aumentando assim a disponibilidade de terrenos na região. O secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, acrescenta: "Esse foi um compromisso do governador Jaques Wagner com o povo de Feira, nosso segundo mais importante distrito industrial e que está dentro da política de interiorização da economia baiana.

A lei vai permitir a chegada de novas empresas ao município", disse James. Nos últimos anos, Feira tem crescido tanto que o Centro Industrial do Subaé (CIS) já não tem mais condições de atender a todos os pedidos que chegam à diretoria solicitando espaços para a instalação de novas fábricas. "Hoje, temos na BR-324 aproximadamente 330 mil metros quadrados de áreas disponíveis para novas fábricas. Porém a nossa demanda é altíssima. Temos 66 indústrias na fila, querendo se instalar em Feira de Santana. Para atender a estas empresas, estamos precisando de uma área com 800 mil metros quadrados", explica o diretor do CIS, José Mercês. A localização do novo centro industrial já foi escolhida: será nas margens da BR-116, na região conhecida como Acesso Norte. O primeiro passo para a construção do novo polo industrial será a realização de um estudo de viabilidade técnica no local. Nos dois núcleos do CIS, existem hoje aproximadamente 189 indústrias instaladas, atuando principalmente na fabricação de papel, papelão, embalagens, alimentos, borracha, cervejas, no ramo da química, metalurgia, material elétrico e de transportes, eletrodomésticos, vestuário, calçados e artefatos de tecidos.