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ESG ganha espaço na construção civil como estratégia de competitividade e geração de valor

Encontro promovido pelo Sinduscon-BA reuniu especialistas para discutir como transformar a agenda ESG em ações concretas no setor Transformar o ESG em estratégia de negócio e prática cotidiana foi o foco do encontro “ESG como estratégia: caminho para construção responsável e competitiva”, promovido pelo Sinduscon-BA na sexta-feira (28). Com o tema “Do mapeamento à prática”, […]

Publicado em: 31 de agosto de 2026 Fonte: Sinduscon-BA

Encontro promovido pelo Sinduscon-BA reuniu especialistas para discutir como transformar a agenda ESG em ações concretas no setor

Transformar o ESG em estratégia de negócio e prática cotidiana foi o foco do encontro “ESG como estratégia: caminho para construção responsável e competitiva”, promovido pelo Sinduscon-BA na sexta-feira (28). Com o tema “Do mapeamento à prática”, o evento reuniu especialistas para discutir como empresas da construção civil podem incorporar sustentabilidade, responsabilidade social e governança à gestão, gerando valor e competitividade.

O encontro contou com a participação de Marcelo Eduardo Figueiredo, do Sinduscon-MG; Luiza Dellis, diretora de Governança Corporativa e ESG da Tecnosonda; e Júlia Basso, consultora especialista em sustentabilidade corporativa. A mediação foi conduzida por Vicente Mattos, diretor de ESG do Sinduscon-BA e sócio-diretor da Concreta.

Para Vicente, tornar o ESG mais próximo das pessoas é fundamental para que a agenda avance dentro das empresas.
“Na construção civil, o ESG é algo que cada vez se torna mais acessível. As pessoas precisam ter a sensação de pertencimento em relação à sustentabilidade.”

O debate mostrou que a implementação do ESG vai além de iniciativas isoladas e exige que as empresas integrem critérios ambientais, sociais e de governança aos processos de decisão, estabelecendo prioridades, metas e indicadores.

Representando a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), por meio da Comissão de Responsabilidade Social (CRS), Maria Inês Menegotto destacou a importância de ampliar esse movimento para empresas de todos os portes, especialmente as pequenas e médias.
“Os dirigentes precisam entender que ESG não é simplesmente uma lei ou uma obrigação, mas uma oportunidade de gerar benefícios e valor para as empresas. A nossa ideia é levar essa discussão para todo o território nacional.”

Segundo Maria Inês, as grandes empresas já avançaram nessa agenda, e o próximo desafio é ampliar a adesão entre os pequenos e médios negócios.}
“As grandes empresas já estão nessa corrente. Nosso desafio agora é fazer com que as pequenas e médias empresas entendam a importância desse movimento.”

A gestora de Responsabilidade Social Daniella Maranhão também esteve presente no encontro, que reforçou a necessidade de ampliar o conhecimento e a aplicação das práticas ESG no setor.

Na construção civil, a agenda ganha relevância diante dos impactos do setor sobre o uso de recursos naturais, gestão de resíduos, relações de trabalho e desenvolvimento urbano. Nesse cenário, incorporar o ESG à estratégia representa não apenas uma resposta às novas demandas do mercado, mas uma oportunidade de construir empresas mais responsáveis, resilientes e competitivas.

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